Cinco momentos inesquecíveis de Nosferatu

Palavras de Cinema

Mais do que um filme de vampiro, Nosferatu, de F.W. Murnau, narra o encontro entre homem e monstro, entre vivos e mortos – por consequência, a perdição da sociedade. O resultado é o hospício, o desejo, caixões com ratos, o monstro com garras.

O expressionismo alemão, aqui, leva seu monstro a ambientes reais – ao contrário do caligarismo e seu universo deformado, de curvas estranhas, como enunciação da inconstância e dos monstros humanos. Para muitos, o expressionismo e o caligarismo anunciam o mal do nazismo alemão, a bater a porta.

A oportunidade de trabalho

Ainda no início de Nosferatu, o jovem Hutter (Gustav von Wangenheim) vê a oportunidade de trabalho em uma viagem: da cidade, ele segue para o campo, para o castelo de Orlok (Max Schreck), que deseja comprar uma propriedade. O anúncio do mal é estampado no rosto de sua amada, a angelical Ellen (Greta Schröder).

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